Eletroforese de proteínas plasmáticas em tartarugas ameaçadas de extinção: uma revisão de literatura
Palavras-chave:
Albumina, Eletroforetograma, Globulinas, Intervalos de referência, Animais selvagensResumo
Dois métodos de eletroforese são amplamente utilizados: a eletroforese convencional e a eletroforese capilar. Na técnica convencional, as proteínas migram através dos poros presentes nos suportes de gel, formando zonas distintas no eletroforetograma. Na eletroforese capilar, as proteínas são separadas com base em seu tamanho e outras propriedades físico-químicas, através do fluxo em um tubo capilar. Na medicina veterinária, ambas as técnicas têm sido aplicadas em diferentes contextos, contribuindo para o diagnóstico e prognóstico de doenças. O objetivo desta revisão de literatura é compilar e analisar estudos existentes que utilizaram técnicas de eletroforese de proteínas plasmáticas em tartarugas classificadas como espécies ameaçadas de extinção. A busca para construção da revisão foi conduzida em bases como PubMed, Scopus e Web of Science, considerando estudos até 2025. A eletroforese capilar, devido à sua maior precisão, permite melhor resolução e identificação de um maior número de frações proteicas em comparação com a técnica convencional. Em animais silvestres, a aplicação desses métodos é recente e visa definir intervalos de referência, especialmente em espécies ameaçadas de extinção. Existem poucos estudos sobre o uso dessas técnicas em tartarugas, mas elas têm potencial para auxiliar no diagnóstico de doenças, na determinação de parâmetros de referência para proteínas plasmáticas e na geração de informações prognósticas relevantes. Apesar dos avanços, a padronização das frações proteicas e a expansão dos estudos em populações selvagens representam desafios a serem superados, destacando a importância de pesquisas futuras para aprimorar o conhecimento clínico dessas espécies.
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ISSN 1981-092X